Bipe o código de barras, receba em dinheiro, Pix ou cartão e emita a NFC-e na hora, com cupom e QR Code. O estoque baixa sozinho e o caixa fecha certo no fim do dia.
Quem atende não pode ficar procurando botão com o mouse. O PDV foi desenhado para o teclado e para o leitor de código de barras.
Esse é o momento que separa um PDV bom de um PDV ruim. Com a contingência ligada, o cupom continua saindo com o QR Code exigido pela legislação e as notas são transmitidas automaticamente quando o serviço volta ao ar — sem você digitar nada de novo.
Cada operador abre o próprio caixa com o valor inicial. Sangrias e suprimentos ficam registrados, e no fechamento o sistema mostra o esperado por forma de pagamento para você conferir com o que está na gaveta.
Não existe "exportar para o outro sistema". Vendeu no PDV, o produto sai do estoque e o dinheiro entra no caixa. Comprou do fornecedor, a nota de entrada repõe o estoque e cria a conta a pagar. No fim do mês, o fluxo de caixa já está pronto.
A NFC-e (modelo 65) é a nota da venda ao consumidor final. Ela substituiu o cupom impresso pelo equipamento ECF: agora a nota é eletrônica, autorizada pela SEFAZ, e o cliente consulta pelo QR Code impresso no cupom.
Não. A NFC-e dispensa o ECF. Uma impressora térmica comum de 80 mm resolve — e, se o cliente não quiser o papel, basta mostrar o QR Code.
Sim. Para emitir qualquer nota eletrônica é preciso o certificado digital A1 da empresa, além do CSC (código de segurança do contribuinte) fornecido pela SEFAZ do seu estado. Você envia os dois uma vez e o sistema cuida do resto.
Sim. Cada operador entra com o próprio usuário e abre o próprio caixa, no computador dele. Os limites de usuários variam por plano — confira em planos e preços.
Não. Você importa produtos por planilha (com modelo pronto) ou direto do XML das notas do seu fornecedor. Veja como em migração.
Cadastre três produtos, abra o caixa e faça uma venda de ponta a ponta. Sete dias grátis, sem cartão de crédito.